¿que haces QUÉ?

Kendo. ¿Kempo? No, kendo. ¿Kenzo? No, kendo, el arte marcial ¿Judo? No, kendo. ¿Tendo? No, mira, te lo explico aquí que acabamos antes

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Notas del Campeonato Brasileño de Kendo 2014

Este fin de semana hemos tenido en Suzano el 32º Campeonato Brasileño de Kendo para Adultos con 1er dan o más y también el 2º Campeonato Brasileño de Iaido y exámenes tanto de Kendo como de Iaido. Próximamente os hablaré del Campeonato de Iaido y de los exámenes, pero ahora toca hablar de KENDO. Ha sido un fin de semana duro: kenshis de todo Brasil han viajado hasta Sao Paulo para el campeonato; y Brasil no es para nada un país pequeño. Yo vivo en la zona sur de Sao Paulo y tardo bastante más de una hora en llegar a donde se celebró el campeonato, el Gimnasio Paulo Portela de Suzano, una ciudad industrial y agrícola del “Gran Sao Paulo”, con una fuerte presencia de inmigrantes japoneses. Pero la gente vino desde Londrina, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Pará, Vitória, Brasília… 40 Clubes, Dojos y Asociaciones de Kendo brasileños vinieron al campeonato. Ya solo el esfuerzo del viaje es loable.

Antes de entrar en la parte deportiva, en la competición, creo que es importante echar un vistazo a los bastidores de todo el cotarro, que la organización de un evento deportivo para más de doscientos kenshis no es moco de pavo y, a pesar de ser muy complejo, todo salió bien: el trabajo de la Confederación Brasileña de Kendo (CBK), de la Latinoamericana (CLAK), del Ayuntamiento de Suzano, etc. Como siempre teníamos disponible comida para todos allí mismo: por un módico precio podías hacerte con un delicioso bento para retomar fuerzas (sobre todo para aquellos que nos olvidamos siempre de coger comida de casa y nos salva la vida).

comida_Brasileiro_kendo_2014

O bento dos campeões! A la venta en el puesto de la organización por 22 reais (6€) con bebida.

Allí estaban también los puestos de venta de Se Bogu y de Bogu Sankyo a rebosar de material de kendo (agradecimiento especial para ellos de los que rompen los himos del men nada más llegar y tienen que ir corriendo a comprarse otros; no voy a decir que fui yo quien se quedó con un trozo de himo en la mano…). La oficina de la organización, con los diplomas y premios, toda la documentación federativa lista, gestionando las mesas… Y claro, los árbitros: dos docenas de shinpan para que los shiais no paren nunca.

Mesa y árbitros. No todo van a ser kenshis.

El campeonato fue extenso: empezamos pasadas las siete de la mañana y no terminamos hasta casi las siete de la tarde. Cansado, ¿no? Pero para poder completar todas las rondas de las diferentes categorías hay que hacerlo así: 1er y 2º dan, 3er dan y superior y 50 años o más, todas en individual y por equipos mixtos en eliminatorias directas desde el principio. Un follón tremendo. Y esto es sólo de adultos, que los menores de 18 compiten en su propio campeonato en febrero. La gente llegó bien preparada, fuertes y con los deberes hechos en entrenamientos específicos para competición y exámenes. Todos los que estábamos allí, kenshis de la selección brasileña, senseis arbitrando y compitiendo, kenshis de menos grado o experiencia (como yo mismo) lo dimos todo en el shiaijo para competir y ganar.

Aún no han publicado los resultados oficiales en la página de la CBK, pero aquí están los que recuerdo:

– Naomi Ueda, 1ª clasificada 1º y 2º dan femenino

– Gensei Takayama, 1ª clasificado 1º y 2º dan masculino

– Elzami Miwa Onaka, 1ª clasificada 3º dan o más femenino

– Takeru Kimura, 1ª clasificado 50 años o más

– Londrina, 1ª clasificados Equipos mixtos 3º dan o más

– Suzano, 1ª clasificados Equipos mixtos 1º y 2º dan.

Llenos de dolores pero contentos, acabamos el día con cervezas. Banzai! Banzai Banzai!

Em portugués

 

Notas de O Brasileiro 2014

Neste fim de semana tivemos em Suzano o 32º Campeonato Brasileiro de Kendo para Adultos Graduados, assim como o 2º Campeonato Brasileiro de Iaido é os exames de grado de Kendo é Iaido. Na próxima crónica falarei do Campeonato de Iaido e dos exames, mas agora toca KENDO. Foi um fim de semana duro: kenshis de todo Brasil viajaram até São Paulo para o Campeonato e Brasil não é um país pequeno, não. Eu moro na zona Sul de São Paulo e demoro bem mais de uma hora para chegar ao lugar da competição, o Ginásio Paulo Portela de Suzano, um município industrial e agrícola do Grande São Paulo com grande influência da imigração japonesa. Mas o pessoal chegou de Londrina, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Pará, Vitória, Brasília… 40 Clubes, Dojôs e Associações de Kendo brasileiras viram para o Campeonato.

O senhor Se, abastecendo a os atletas com café e simpatía

O esforço só já e louvável. Antes de relatar a parte esportiva, a competição, acho importante dar uma olhada aos bastidores de tudo isto, a organização de um evento para mais de duzentos kenshis e um reto complexo, mas deu certo: o trabalho da Confederação Brasileira de Kendo, o apoio da Embaixada Japonesa no Brasil, da Confederação Latino Americana, da Câmara Municipal de Suzano, etc. Como sempre tivemos o almoço preparado é a venda no lugar, aquele bento bom e vigorante que vai pegar porque esqueceu a comida na sua casa. As lojinhas de Se Bogu e Bogu Sankyo sempre prontas com material de Kendo (e que salvam o dia de alguns que quebram os men himos na hora de começar a competição; é não vou falar si foi eu que quebrou). O balcão de atendimento da organização com os diplomas na hora, a documentação, os trofeios, as mesas de controle… É os árbitros; duas dúzias de shimpan mantendo as competições em ação.

Mesa e árbitros. Tudo nao va ser kenshis

A competição foi extensa: começou passadas as sete da manhã e o encerramento não chegou até as quase as sete da tarde. Cansativo, ne? Mas para completar todas as categorias da competição tem que ser assim (a competição das crianças já está separada da aquela dos adultos, elas têm sua competição em fevereiro): competimos nas categorias de 1º e 2º dan, 3º dan é acima é 50 anos para acima, todas individuais e por equipes. Uma bagunça para caramba. O pessoal chegou bem preparado, forte y com treinamento bem especifico para os exames e a competição. Os kenshis da seleção brasileira, senseis arbitrando e competindo, kenshis menos graduados o experientes (como eu mesmo); todos jogamos todo para fora para competir é ganhar. Ainda estão faltando os resultados oficiais na página de CBK, mas ainda lembro algum:

Naomi Ueda, 1ª classificada 1º e 2º dan feminino

Gensei Takayama, 1ª classificado 1º e 2º dan masculino

Elzami Miwa Onaka, 1ª classificada 3º dan e acima feminino

Takeru Kimura, 1ª classificado 50 anos e acima

Londrina, 1ª classificados Equipe mista 3º dan é acima

Suzano, 1ª classificados Equipe mista 1º e 2º dan.

A Familia MIE (casi). Foto de Tábita Wenckstern Saez de Takayama

A Familia MIE (casi). Foto de Tábita Wenckstern Saez de Takayama

Machucados pero contentos, terminamos o dia com cervejas. Banzai! Banzai Banzai!

“Não há segredos: só treino”. Conversando com Tábita W. Sáez de Takayama

A diferencia horários entre São Paulo e Madrid é de cinco horas, e é por isso que a entrevista no chat tinha muito de diferido. Durará ao longe das semanas e, também, cada conversa não fechava perguntas mas abriu mais e mais. Chilena de 30 anos de idade, ela mora no Brasil há 25, onde também treina. Após 10 anos de treino ela é uma das Sempais do Dojo MIE e uma das mais importantes pessoas do Kendo latino-americano.

Eu em breve vou fazer minha primeira década do Kendo, mas tive uma pausa de quatro anos. O kendo mudou muito na Espanha nestes anos!

Acho que não mudou tanto no Brasil a partir de meu começo: os treinos são os mesmos, acho que mudaram os intercâmbios; este ano vieram quatro senseis do Japão.

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Com Akemi Morita

Mas o contexto também não tens comparação com Espanha: a grande comunidade Nikkei do Brasil. Na Europa tem a piada que no Campeonato do Mundo do Kendo competem Japão, Brasil que é Japão II e os Estados Unidos, que são Japão III.
KKKKKKKKK! É verdade! São poucos os ocidentais que treinam kendo no Brasil. Só um cara e eu são ocidentais no time nacional.

Na Espanha muitos kenshis chegam da cultura otaku.
Minha única influência foi através de minhas irmãs, Morávamos no bairro japonês, Liberdade (onde ainda eu moro). Treinei tae-kwon-do de mirim e aos 20 anos eu conheci o kendo com minhas irmãs mais novas, pois elas já treinavam. Eu olhei Kimura Sensei no MIE, treinando com quase de 90 anos de idade. O pessoal falou para mim que no kendo você podia treinar muitos anos com vitalidade e, como eu sempre gostei de esportes, queria um esporte que eu pudesse treinar como o Kimura Sensei. O que me fez chegar ao Kendo foi ver pessoas idossas lutando com as jovens.

Após aqueles 10 anos, você se sente que luta como uma jovem?
Sim, não é? KK! Outro fator foi que comecei a treinar com 20 anos, minha cabeça já estava mais objetiva e minha melhora foi muito rápida ao longo dos anos. Agora eu sei que escolhi este esporte pelo motivo certo e hoje ainda luto como uma jovem. KKKKKK!

Agora eu não preciso tanta força nos meus movimentos por que eu os conheço bem e posso tirar mais proveito do treino, por exemplo, do que há 5 anos. Agora, com 30 anos, eu tenho certeza que posso finalmente treinar no Japão.

O que tem o Japão?
Sempre quis ir treinar no Japão! Mas como eu comecei a treinar tarde não queria gastar dinheiro demais si eu ainda não podia nem bater um men… Eu acho que agora é a hora certa para ir e aproveitar. Tenho o meu esposo que também treina comigo e vamos como dois amigos. Vamos ficar em Hokkaido a maior parte do tempo e combinamos de treinar com muitos Senseis lá.

Acho que meu sonho fica com os Senseis com que vou ter a honra de treinar, entender os comentários que vam-me ajudar e tambem a meus colegas no meu retorno. Como eu sou uma das Senseis responsáveis por meu Dojo vou também para entender como melhorar nosso treino, dos mais jovens e dos mais idossos, para que quando eu for mais velha eu possa treinar do mesmo jeito e tirar proveito do Kendo como hoje. 30 anos? Não os senti como eu pensava que sentiria quando tinha 25.

Falando da responsabilidade do Sempai, e mas quando se é mulher kenshi, a conversa chegou a entrevistas anteriores com a Clara Álvarez e a Fay Goodman. Tábita, que trabalha na área da comunicação multimídia, descobriu para mim que ela é a criadora e editora de um projeto no Facebook que muitas já conhecem: Kendogirls.

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O mondo e pequeno, não é?
E eu comecei sozinha, como você! Agora eu tenho muita ajuda mas com o mesmo objetivo de doar visibilidade a mulher, não há espaço no kendo para as garotas apesar de ter mulheres muito fortes e de que a maioria dos troféus dos Mundiais são para as meninas.

E como é ser minoria da minoria, mulher kenshi e mulher sempai?
Bom, hoje MIE é o mais grande Dojo do Brasil, temos dois 4º danes e mais uma que fará sua exame na Colômbia, é si ela aprova, teremos três. Eu vou fazer meu exame do 5º dan dentro de dois anos, eu já estou treinando para isso. São 10 o 15 garotas treinando (no MIE). No Brasil há quatro com 5º dan e muita4º dan.

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Campeonato do Brasil de kendo 2013

É uma boa quantidade! E também tens uma ampla gama de idades.
No Brasil também os rapazes tem mais espaço, mas como atualmente não tens muitos competidores, é tradição já que os times sejam formados com mulheres e homens. Elas combatem contra eles e não e incomum que elas ganhem. E muitos têm medo delas.

É engraçado isso!
Sim! Quase todos os Dojos tens suas mulheres fortes que os representam.

Enquanto conversávamos, Tábita estava enviando-me fotos para ilustrar a entrevista, inclusive este com seu troféu Campeão Absoluto do Brasil..

Nossa! Tremenda troféu!
Não é? E tem o nome das 16 campeões, só garotas de 2º dan para acima e homens de 3º dan para acima.

Você tens alguma figura feminina de modelo? Ouvimos falar de homens como Eiga, Mizayaki, Chiba… mas mulheres eu só lembro a Kobayashi o Mariko Yamamoto.
No Brasil temos a Miwa Onaka, a mais forte da América Latina. Ela é a Taisho do time do Brasil e é uma grande Sensei, respeitada pelos homens e mulheres.

No Kendo feminino japonês, meus nomes são Sakuma, Shimokawa, Kobayashi… Mas a mais especial para mim e Yuka Tsubota: eu combati come lá no Mundial do ano 2009 por equipes. É diferente quando você apenas vê as japonesas a quando as sente… Foi incrível lutar com ela. E também perder muito rápido, KKKKKKK!

Eu acho que hoje o nome é Mariko Yamamoto, que apenas ganhou o campeonato japonês pela segunda vez consecutiva. Seu Kendo e muito dinâmico; eu acho que hoje e a pessoa que me inspira para melhorar.

Sente você que há um sentimento diferente quanto o líder é uma mulher? Quero dizer, podemos as mulheres contribuir a liderança no Kendo, ao papel do Sempai? O é verdade que no Kendo os gêneros desaparecem?
No meu Dojo em Brasil, MIE, a fundadora e uma das responsáveis e uma mulher. Eu tenho os mesmos direitos e deveres dos outros Sempais. No meu atual cenário posso ver que não e muito importante si você é homem o mulher, mas o que você tens que oferecer, o talento e o desejo de treinar. Quando as pessoas olham só veem o líder, não si é homem o mulher.

Uma vez lei que o Kendo mudou para que as mulheres y as crianças puderem treinar em igualdade com os homens. Acho que as mudanças tenham como objetivo apagar o gênero, mas creu que a cultura de cada país ainda tens seu peso sob a liderança feminino. E no Brasil muitos Dojos estão orgulhosos de suas mulheres líderes. Temos muitas!

Que é para você ser um Sensei? Evolução natural, vocação, chance?
Bom, eu acho que o Sensei é uma pessoa não só forte mais exemplo de força e vontade de melhorar, inspiração para p pessoal. Às vezes, essas pessoas ensinam só com o caminho em sua vida, com suas atitudes.

Ainda não cheguei ao final desse caminho, mas é um caminho que eu quero andar: ser uma Sensei que poda servir de exemplo, que inspire a outros a treinar e que eu poda ensinar e levar o Kendo até muitas pessoas.

Como é treinar com a família?
É algo demais! Não são só meu esposo e eu, também mais dois irmãos dele e meu sogro. Nos são “os Takas”. Eu moro no Brasil há mais de 25 anos mas desde que eu me casei com Alberto ha 4 tenho direito a fazer parte do time nacional brasileiro. Anteriormente apenas representei ao time chileno.

Quando treinamos juntos há uma força muito grande. Todos nós apoiamos muito para não deixar de treinar. Minhas irmãs, com a passagem do tempo, deixarem o Kendo e eu fique sozinha. Mais quando eu senti de novo como é treinar na família… Eu acho que nunca vou parar de treinar.

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Os Takayamas

Meu papai nunca praticou nenhum esporte comigo, mas o que ele fiz para que eu seis a pessoa que hoje sou foi tratar-me como uma pessoa que não é menino o menina, só alguém normal que tem que ajudar em tudo na casa, por exemplo pegando coisas pesadas e desarrolhando minha força. Isso nunca me deixo “menos mulher”, como falavam para ele, mais me fiz mais forte, com mais opções físicas e intelectuais.

E agora vai para Medellín.
É! Eu estou muito concentrada na competição. No passado Campeonato Latino-americano no México eu alcancei o 2º lugar. Agora eu vou no Japão até o 20 de outubro; eu quero treinar muito. Eu quero lograr outro título e, competindo também de times, tirar outro troféu mais para Brasil com as garotas. Mas não há segredos: só treino.

Poucos dias após terminar a entrevista (mais espero que não as conversas) Tábita e Alberto saíram para o Japão para um treino intensivo de um mês. De lá, eu continuo recebendo fotos.

O Kendo paulista com os olhos de um kenshi madrileño

Leéis el primer post en portugués de esta página. A partir de hoy, Carlos Sanz Ramírez, kendoka español expatriado en Sao Paulo, nos contará sus experiencias en o paraíso do kendo na terra (con perdón de Japão), así como sus traducciones de nuestros contenidos en lengua portuguesa. Por todo ello le estamos profundamente agradecidas. Disfrutad.

 

Minha esposa diz que eu sou obcecado: quando voamos para São Paulo em maio deste ano para procurar uma casa eu já tinha um contato para me mostrar a cena do kendo na cidade (Oi, Paulo!) Quando voltamos para Madrid uma semana depois nos ainda não tínhamos uma casa, mas eu tinha um dojo.

É muito difícil escolher onde treinar no São Paulo: uma duza de dojos de kendo, todos ótimos; kenshis de oito a oitenta anos; uma vitalidade e um conhecimento extraordinários; o paraíso do kendo na terra. Mas o que me surpreende mais som as crianças. O treino é fisicamente exigente e require uma intensidade e concentração importante; muitas vezes eu tenho dificuldade de manter a mesma força e zanshin durante as duas horas do treino. Mais eu véu meninos e meninas de deis anos junto a mim que não desfalezen , que manten o esprito e a vitalidade; isso me da um “segundo vento” para continuar (também chamado “vergonha de ser batido por uma criança”). A quantidade de crianças que treinam me deixa invejoso: eles e elas som a base do kendo futuro, uma base ainda por chegar a Espanha.

Mas tudo vai virá: os kenshis espanhóis estamos reproduzindo.

Destino Medellín: Chile

Del 14 al 17 de noviembre de 2013 se celebrará en Medellín, Colombia, el III Campeonato Latinoamericano de Kendo. De aquí a entonces esperamos dedicar un viernes a cada uno de los países participantes.

Tenía mis dudas sobre la repercusión real que esta serie de vídeos podría tener: ahora mismo, la mitad de nuestras visitas procede de España, y la otra mitad se la reparten entre Colombia, Argentina, México y Chile; más algunos lectores desde Europa y otro (uno solo pero fiel) desde Japón. Disipé mis dudas cuando empezaron a llegarnos enlaces, referencias y también algún que otro vídeo para las próximas paradas de este recorrido por el kendo latinoamericano.

El de hoy nos lo ha hecho llegar desde Temuco Rolo Aravena Scheid, que se estrenará en Medellín como competidor de la Selección Chilena de Kendo. Se trata de la final por equipos del II Campeonato Latinoamericano, en 2011, que enfrentó a Chile con Brasil.

En este primer combate vemos al chileno (¿Nicolás Díaz?) practicando Nito Ryu. Ha sido realmente difícil encontrar algo de información sobre el campeonato, más allá de la composición de las selecciones que publicó la CLAK en su momento.

Como ya he dicho algunas veces, tengo un sentimiento especial por los kenshis de Chile: kendokas de los dos clubes de Temuco fueron los primeros fuera de España que empezaron a seguirnos, a darnos consejos y conversación, y por ello les estoy profundamente agradecida. En poco más de 20 años el kendo en Chile (que empezó impulsado por otro chileno nikkei, Edmundo Sasaki) ha experimentado un rápido desarrollo, ha conseguido buenas posiciones en la competición internacional y cuenta con alrededor de 400 kenshis.

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