Leéis el primer post en portugués de esta página. A partir de hoy, Carlos Sanz Ramírez, kendoka español expatriado en Sao Paulo, nos contará sus experiencias en o paraíso do kendo na terra (con perdón de Japão), así como sus traducciones de nuestros contenidos en lengua portuguesa. Por todo ello le estamos profundamente agradecidas. Disfrutad.

 

Minha esposa diz que eu sou obcecado: quando voamos para São Paulo em maio deste ano para procurar uma casa eu já tinha um contato para me mostrar a cena do kendo na cidade (Oi, Paulo!) Quando voltamos para Madrid uma semana depois nos ainda não tínhamos uma casa, mas eu tinha um dojo.

É muito difícil escolher onde treinar no São Paulo: uma duza de dojos de kendo, todos ótimos; kenshis de oito a oitenta anos; uma vitalidade e um conhecimento extraordinários; o paraíso do kendo na terra. Mas o que me surpreende mais som as crianças. O treino é fisicamente exigente e require uma intensidade e concentração importante; muitas vezes eu tenho dificuldade de manter a mesma força e zanshin durante as duas horas do treino. Mais eu véu meninos e meninas de deis anos junto a mim que não desfalezen , que manten o esprito e a vitalidade; isso me da um “segundo vento” para continuar (também chamado “vergonha de ser batido por uma criança”). A quantidade de crianças que treinam me deixa invejoso: eles e elas som a base do kendo futuro, uma base ainda por chegar a Espanha.

Mas tudo vai virá: os kenshis espanhóis estamos reproduzindo.